Caros amigos, uma aventura, nada comparado até agora em relação à pesca. Recebi um convite de meu sogro para ir pescar na Serra da Mesa/GO com os sobrinhos dele, não pude recusar, pois há algum tempo estava com esse desejo a realizar.

Serra da mesa, um passeio maravihoso, se não tivéssemos pegado nada, já valia o passeio de barco.
Fomos por Colinas do Sul/GO, para o Rancho da Ni, muito bom. Saímos de Brasília na sexta-feira às 14h30, passamos por São Gabriel, São João da Aliança, Alto Paraíso, São Jorge, Colinas do Sul e chegamos ao Rancho da Ni exatamente às 20h, ou seja, foram 5h30 de viagem. Seguindo o roteiro das cidades depois de Alto Paraíso, pegamos a estrada nova para São Jorge, aí vem à surpresa, pois imaginávamos que até São Jorge tinha asfalto, mas não, asfalto somente nos primeiros 16 km. Depois de muita costela, muita poeira, no escuro, chegamos ao Rancho, foram aproximadamente 70 km de terra. Já passada a aventura na estrada, jantamos e fomos dormir. O Rancho é muito bom, possui alguns chalés bastante simples e locais para cabanas. Ficamos em uma cabana para 5 pessoas (eu, meu sogro e mais os 3 sobrinhos dele). Está incluso na diária, café, almoço e janta (tudo muito bom, comida caseira, muito bem feita e muito gostosa). No sábado já cedo, pegamos os barcos e fomos para pesca. Aí foi um espetáculo, pois o piloteiro do nosso barco era muito experiente e nos levou somente em local onde só pegamos peixe como tucunaré e jacundá.

Tucunaré 2,5kg, eu pesquei usando lambari vivo como isca.
Algumas dicas que o piloteiro nos passou: Nessa época o peixe está muito no fundo, logo a isca artificial não pega tanto, é preciso utilizar isca viva (um lambari preso no anzol e ma pequena chumbada) e descê-la até tocar o fundo. Subir só um pouquinho e ficar dando uns toques com a vara de pesca como se estivesse dando de bico com uma pipa, daí é só esperar que se tiver passando um tucunaré, está pego, mas se der sorte de cair em cima de um cardume, aí pode soltar uma isca atrás da outra que é so pegando.

Tucunaré 3kg pescado pelo meu sogro João Tashiro.
Foi assim que aconteceu conosco, no final da pescaria um resultado de mais de 30 tucunarés, 9 jacundás e 3 piranhas. Respeitando a legislação e a fiscalização do IBAMA, trouxemos somente alguns que atendem ao peso e tamanho permitido e os demais que eram muito pequenos e filhote soltamos para mais tarde quando estiverem grandes possamos pegar. No domingo às 14h repetimos a aventura de volta para Brasília.


Jerônimo Felipe.
Serra da mesa, um passeio maravihoso, se não tivéssemos pegado nada, já valia o passeio de barco.
Fomos por Colinas do Sul/GO, para o Rancho da Ni, muito bom. Saímos de Brasília na sexta-feira às 14h30, passamos por São Gabriel, São João da Aliança, Alto Paraíso, São Jorge, Colinas do Sul e chegamos ao Rancho da Ni exatamente às 20h, ou seja, foram 5h30 de viagem. Seguindo o roteiro das cidades depois de Alto Paraíso, pegamos a estrada nova para São Jorge, aí vem à surpresa, pois imaginávamos que até São Jorge tinha asfalto, mas não, asfalto somente nos primeiros 16 km. Depois de muita costela, muita poeira, no escuro, chegamos ao Rancho, foram aproximadamente 70 km de terra. Já passada a aventura na estrada, jantamos e fomos dormir. O Rancho é muito bom, possui alguns chalés bastante simples e locais para cabanas. Ficamos em uma cabana para 5 pessoas (eu, meu sogro e mais os 3 sobrinhos dele). Está incluso na diária, café, almoço e janta (tudo muito bom, comida caseira, muito bem feita e muito gostosa). No sábado já cedo, pegamos os barcos e fomos para pesca. Aí foi um espetáculo, pois o piloteiro do nosso barco era muito experiente e nos levou somente em local onde só pegamos peixe como tucunaré e jacundá.

Tucunaré 2,5kg, eu pesquei usando lambari vivo como isca.
Algumas dicas que o piloteiro nos passou: Nessa época o peixe está muito no fundo, logo a isca artificial não pega tanto, é preciso utilizar isca viva (um lambari preso no anzol e ma pequena chumbada) e descê-la até tocar o fundo. Subir só um pouquinho e ficar dando uns toques com a vara de pesca como se estivesse dando de bico com uma pipa, daí é só esperar que se tiver passando um tucunaré, está pego, mas se der sorte de cair em cima de um cardume, aí pode soltar uma isca atrás da outra que é so pegando.
Tucunaré 3kg pescado pelo meu sogro João Tashiro.
Foi assim que aconteceu conosco, no final da pescaria um resultado de mais de 30 tucunarés, 9 jacundás e 3 piranhas. Respeitando a legislação e a fiscalização do IBAMA, trouxemos somente alguns que atendem ao peso e tamanho permitido e os demais que eram muito pequenos e filhote soltamos para mais tarde quando estiverem grandes possamos pegar. No domingo às 14h repetimos a aventura de volta para Brasília.
Jerônimo Felipe.
Um comentário:
Cara!!!
Estou impressionado com o seu profissionalismo! Realmente as fotos ficaram muito boas - ninguém diria que é montagem do Photoshop! heheheheh
Parabéns!
um abraço
Mac
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