segunda-feira, 7 de maio de 2007

Primeira vez!!! Serra da Mesa/GO - Maio de 2007

Caros amigos, uma aventura, nada comparado até agora em relação à pesca. Recebi um convite de meu sogro para ir pescar na Serra da Mesa/GO com os sobrinhos dele, não pude recusar, pois há algum tempo estava com esse desejo a realizar.

Serra da mesa, um passeio maravihoso, se não tivéssemos pegado nada, já valia o passeio de barco.

Fomos por Colinas do Sul/GO, para o Rancho da Ni, muito bom. Saímos de Brasília na sexta-feira às 14h30, passamos por São Gabriel, São João da Aliança, Alto Paraíso, São Jorge, Colinas do Sul e chegamos ao Rancho da Ni exatamente às 20h, ou seja, foram 5h30 de viagem. Seguindo o roteiro das cidades depois de Alto Paraíso, pegamos a estrada nova para São Jorge, aí vem à surpresa, pois imaginávamos que até São Jorge tinha asfalto, mas não, asfalto somente nos primeiros 16 km. Depois de muita costela, muita poeira, no escuro, chegamos ao Rancho, foram aproximadamente 70 km de terra. Já passada a aventura na estrada, jantamos e fomos dormir. O Rancho é muito bom, possui alguns chalés bastante simples e locais para cabanas. Ficamos em uma cabana para 5 pessoas (eu, meu sogro e mais os 3 sobrinhos dele). Está incluso na diária, café, almoço e janta (tudo muito bom, comida caseira, muito bem feita e muito gostosa). No sábado já cedo, pegamos os barcos e fomos para pesca. Aí foi um espetáculo, pois o piloteiro do nosso barco era muito experiente e nos levou somente em local onde só pegamos peixe como tucunaré e jacundá.

Tucunaré 2,5kg, eu pesquei usando lambari vivo como isca.

Algumas dicas que o piloteiro nos passou: Nessa época o peixe está muito no fundo, logo a isca artificial não pega tanto, é preciso utilizar isca viva (um lambari preso no anzol e ma pequena chumbada) e descê-la até tocar o fundo. Subir só um pouquinho e ficar dando uns toques com a vara de pesca como se estivesse dando de bico com uma pipa, daí é só esperar que se tiver passando um tucunaré, está pego, mas se der sorte de cair em cima de um cardume, aí pode soltar uma isca atrás da outra que é so pegando.

Tucunaré 3kg pescado pelo meu sogro João Tashiro.


Foi assim que aconteceu conosco, no final da pescaria um resultado de mais de 30 tucunarés, 9 jacundás e 3 piranhas. Respeitando a legislação e a fiscalização do IBAMA, trouxemos somente alguns que atendem ao peso e tamanho permitido e os demais que eram muito pequenos e filhote soltamos para mais tarde quando estiverem grandes possamos pegar. No domingo às 14h repetimos a aventura de volta para Brasília.




Jerônimo Felipe.

Pesqueiro na estrada para Goiânia/GO - Novembro de 2006


Tambacu de 4kg, pesquei em um pesqueiro indo para Goiânia/GO, utilizei salsicha como isca.


Pirarucu de 25kg, pesquei no mesmo pesqueiro, utilizando salsicha como isca.

Sempre quando vamos a um pesqueiro, gostamos de ir a Luziânia/GO, onde os tanques são grandes e os peixes também, mas um amigo recomendou este pesqueiro, que pelas fotos dá para crer que possui peixe grande, possui pirarucu, porém, o tanque é muito pequeno causando muito embaraço de linha com outras pessoas. O Pirarucu foi muito gostoso de pescar, primeiro porque é um peixe famoso e sempre fui curioso para pescar e segundo porque matei minha curiosidade e ir para pescar e pegar peixe não tem preço.

Jerônimo Felipe.

Pesqueiro Luziânia - Abril de 2006


Na foto, acima meu sogro com um pacu de 7kg e o primo de minha esposa com um tambacu de 7,5kg, abaixo eu e o primo de minha esposa com duas pirararas de 12 e 14kg e ao lado eu com o troféu, uma pirarara de 33kg, todos pescados no pesqueiro esportivo de Luziânia/GO com massa de isca para o pacu e tambacu, com salsicha de isca para as pirararas.

Todos deram uma maravilhos trabalho para tirar da água. Trabalho e muita técnica para não perder o peixe ou estourar a linha, mas a pirarara de 33kg merece uma admirável atenção, pois foi a primeira vez que eu peguei um peixe deste tamanho, neste momento foi a "gota d`água" para me apaixonar pela pesca e afirmo que quem passar por uma experiência deste tamanho dificilmente não se apaixona pela pesca. Demorei aproximadamente 30 minutos para conseguir tirar este peixe da água, é algo maravilhoso a força que esta "cavalha" leva a linha, tem momentos que acaba a linha do molinete e você precisa sair correndo na beira do tanque para ver se alcança mais linha, repito, uma experiência maravilhosa.


Na foto ao lado, grande Michel (hoje no Japão) com sua pirara de 15kg.


Jerônimo Felipe.

Assim foi...


Peixe Pacu, pesquei este em MARÇO/2006 no pesqueiro esportivo de Luziânia/GO, utilizamos salsicha como isca, é preciso deixar o peixe levar a isca e depois fisgar, caso contrário você perde o peixe. Muito gostoso de pescar, o bicho briga para sair da água e tem muita força.

Aqui começa minha história com pesca. Desde menino pesquei no lago Paranoá com meu pai, ele com uma tarrafa (pegando peixe para a família comer) e eu com uma varinha de bambu pegando um cará aqui, outro ali, uns papa terra, mas nada com interesse de pesca, mas sim na brincadeira. Em julho de 1999 comecei a namorar uma japonesa, que hoje é minha amada esposa, aí sim comecei a ter contato com peixe, pois japonês adora arroz e vive pescando. Meu sogro possui dois tanques na chácara dele para molhar a goiaba e aproveitando ele cria alguns peixes nestes tanques para diversão,(pacu, matrinxã, piaba, carpa, pintado e outros) ali comecei a pescar muito amadoramente com eles, assim foi...

Jerônimo Felipe.